Depois de tanto tempo . . .
Olá, fiquei um tempo afastada com mil idéias que precisam ser pesquisadas para serem colocadas numa escrita decente. Ainda não cheguei lá, mas vou deixar aqui o endereço de duas páginas que são essenciais para quem estiver pensando em experimentar a vida americana.
http://www.uscis.gov/portal/site/uscis
http://www.usa.gov/visitors/study.shtml

No primeiro você vai encontrar tudo sobre imigração, turismo e estudo. No segunto site você encontra tudo sobre vistos para estudantes, sobre a estrutura do sistema de educação americana, reconhecimento de diploma estrangeiro, sobre o TOFEL – teste de inglês como língua estrangeira, programas de ESL – inglês como segunda língua, busca de Universidades, assistência financeira para estudantes estrangeiros, motoristas estrangeiros dirigindo nos Estados Unidos.
Ao meu ver, quando se pensa em passar um tempo em outro país é essencial estar informado sobre a vida naquele lugar. Desta forma, evitamos surpresas desagradáveis, podemos desfrutar de serviços prestados a estrangeiros, nos familiarizamos com os costumes, leis, valores do país. Pois então dê uma olhada nos sites para entender e se programar para sua aventura.
May 4, 2009 No Comments
A Ilha
Ontem vi um filme que ficará na minha lista de especiais. A Ilha, em português sei que existem outros filmes com esse nome, este se trata de um filme russo, Ostrov. Foi lançado em 2006 e recebeu inúmeros prêmios. Trata-se de um homem que trabalha alimentando o forno de uma embarcação a vapor na época da II Guerra. Na tal embarcação estão somente ele e o capitão quando são abordados por um navio alemão. Os dois pulam do barco e se refugiam em uma pilha de carvão (ou algo semelhante) próximo de onde o barco estava. Os militares encontram nosso amigo e o golpeiam cruelmente ordenando que revele o paradeiro do capitão. Ele acaba cedendo e então é ordenado a matá-lo.
Esta lembrança e culpa o acompanhará até o fim de sua vida. Ele é resgatado por residentes locais e então o vemos anos depois vivendo solitariamente numa ilha, tido como um santo apesar de se dizer um pecador. Irmão Anatoly se tornou um excêntrico, um louco divino, que incomoda os seus irmãos ortodoxos do mosteiro local, mas ao fim é nele que buscam refúgio em suas crises ou dúvidas. Somente na última semana de sua vida, por ele assim anunciada já que os desígnios de Deus são abertos ao seu conhecimento, ele encontra com aquele capitão que imaginava ter matado.
E aqui fico pensando, teria ele se tornado um santo se não carregasse a culpa pela morte de seu superior? Ele e Deus eram um, não sabia ele desde sempre que não havia cometido o crime? O fato do capitão ter reaparecido o exime de qualquer culpa? Parece que não, ao fim, quando ele em trajes mortuários entra no caixão que ele mesmo fez para embraçar sua morte, ainda em sua última prece, pede perdão aos seus pecados. A intenção de matar, mesmo que sob coerção, é um crime? Crimes de guerra continuam sendo crime?
Todas essas perguntas perdem o sentido para aquele santo que não perde tempo com questionamentos mentais, mas se entrega de corpo e alma ao serviço do divino. As suas aparentes loucuras incomodavam alguns cléricos mas não ao povo sofrido que vinha em busca de milagres. Sua vida simples, de purificação sem dúvida provoca muita reflexão sobre nossas justificativas para nos distanciarmos daquilo que é realmente importante em nossa existência.
April 19, 2009 No Comments
O Mundo É Mesmo Pequeno!
Alguns anos atrás eu decidi mudar de tinturaria, aqui chamada dry cleaners. Quando saímos de nosso país temos que nos acostumar a mudança de certos padrões nos serviços prestados. Os que mudam para melhor são por nós incorporados como um direito, mas aqueles que caem de qualidade se tornam – a princípio – uma pedra no sapato. Com o tempo percebemos que temos duas opções para driblar o problema, ou aceitar a situação e não reclamar, ou arregaçar a manga e encarar o trabalho.
Alguns anos atrás eu estava fazendo uma peregrinação pelas tinturarias de minha pequena cidade. Na época eu já havia tentado duas e ficado frustrada pois aqui quem passa as roupas são as máquinas que não sabem tirar as rugas ou pregas nos lugares errados. As camisas sociais do David chegavam em casa em estado lastimável. Como a princípio não me conformava com a situação, estava a procura de uma nova tentativa.
Um dia ao sair do correio percebi que havia uma tinturaria quase em frente. Fui até lá e entrei num novo mundo – um templo budista. O cheiro de incenso, o som do sutra cantado por uma voz masculina, e o sorriso da dona, uma senhora asiática me cativaram. Perguntei se era realmente budista e ela contente com minha pergunta me explicou que sim e me apontou para um poster do seu mestre coreano. Fiquei contente com esta primeira experiência e saí dali feliz.
Quando fui buscar a roupa nevava e fazia um frio cortante, o som do mantra se repetia, o cheiro de incenso suavemente compunha o clima, e a coreana sorrindo me perguntou se eu gostava do frio. Eu disse que não, que era brasileira e adorava o calor. Ela então saiu detrás do balcão e me deu um abraço e começou a falar português comigo. Que surpresa! Ela havia morado no Brasil por 10 anos. Na adolescência, em São Paulo, no bairro da Liberdade, frequentou escolas no Brasil e fala um português impecável! Trocamos as nossas saudades do Brasil, pé-de-moleque, maria-mole, coxinha, empada, rimos bastante. Ê, o mundo é mesmo pequeno.
April 17, 2009 2 Comments
Experiência Americana da Pat
O texto abaixo foi escrito por minha sobrinha Patrícia.
Desde criança sou uma pessoa determinada. Estou sempre em busca do novo e vivo intensamente cada minuto da vida. Comecei a fazer aulas de inglês aos 8 anos de idade por insistência do meu pai, porém foi aos 17 anos que a vida me preparou uma surpresa. Como minha tia paterna tinha acabado de se mudar para os EUA, ficou decidido que eu terminaria o colegial por lá – faria o chamado “intercâmbio”.
Fiquei extasiada e principalmente muito ansiosa com a novidade. Sabia que essa experiência seria muito importante para minha vida pessoal e profissional, porém em nenhum momento tive medo, pelo contrário, acredito que se almejamos algo temos que encará-lo de frente.
Em julho de 1996, minha tia, juntamente com meu tio e meu primo vieram rever a família. Dessa maneira, ficou decidido que eu voltaria com eles para os EUA. As experiências novas começaram no momento em que subi no avião . . . foi maravilhoso!!! Quase não dormi . . .rsrsrs
Chegando lá, foi tudo muito diferente, desde o jeito das pessoas se vestirem até o jeito frio de se comunicarem . . . isso sem falar na língua. Eu fazia inglês há alguns anos, mas o que eles falavam não parecia o inglês que aprendi!!! Meus tios fizeram o máximo para eu “aproveitar” o meu novo país: viajei muito, conheci lugares incríveis!!!
Bom já nas partes dos estudos, não encontrei muita dificuldae. Meu primeiro dia de aula foi marcante, pois não sabia onde tinha que ir, ou o que tinha que fazer. Na verdade, não sabia de nada (nem a língua direito). Porém, em momento algum tive medo ou receio de enfrentar tudo isso, pelo contrário, o novo me atrai, encaro os desafios que aparecem na minha vida.
Os dias foram se passando e comecei a fazer amizades . . . acho que se fiquei uma semana almoçando sozinha foi muito, afinal sou muito extrovertida e adoro me relacionar com as pessoas. Confesso que encontrei dificuldades com a língua, mas isso não foi problema, pois as pessoas tinham paciência comigo.
A maioria dos meus amigos eram estrangeiros, talvez por sabermos e passarmos pelas mesmas dificuldades, mas isso não me impediu de ter amigos americanos. Dentre as quatro pessoas especiais que encontrei por lá, uma merece destaque, a minha professora de História Americana, esta me ajudou muito e me deu oportunidades grandiosas.
Não posso dizer que não enfrentei dificuldades, porque eu enfrentei sim, mas algumas eu nem imaginei que enfrentaria. A primeira delas foi a língua. Como tinha estudado anos, achei que dominaria com facilidade, mas que nada, foi difícil. Aqui no Brasil pensamos em português e falamos português, mas para uma comunicação fluir naturalmente, temos que pensar e falar a mesma língua, o que acabou sendo muito difícil.
Outra dificuldade foi o preconceito, passei por duas situações. Eu tinha amizade com algumas garotas afro descendentes. Nunca fui uma pessoa preconceituosa, pelo contrário, a raça negra me atrai, mas nem todos são assim. Eu não sabia que os negros, na escola, se sentavam em lugares diferentes dos brancos. Certa vez, num almoço com minhas amigas africanas, fomos nos sentar do lado dos negros, e adivinha? Eles se levantaram da mesa. Naquele momento, fiquei surpresa e sem entender direito o que estava acontecendo. Até que elas me explicaram que por minha causa, eles haviam pedido para a gente sair dali, caso contrário, eles sairiam. Bom, saímos de lá, mas fiquei chocada!
Outra situação foi quando teve uma campanha para doação de sangue na escola e eu fui participar, porém, por ser estrangeira, não pude doar meu sangue!!! Mais uma vez fiquei chocada, mas como não quis ficar calada fui pedir ajuda para aquela minha professora de História Americana. Ela também não acreditou e fomos juntas reivindicar meus direitos. No final das contas, não doei meu sangue e o argumento deles era que eles estavam seguindo normas.
Se eu tivesse que resumir essa estória, diria que foi uma experiência marcante e inesquecível. Simplesmente eu faria tudo de novo e não mudaria nada!
April 11, 2009 No Comments
Salada Chinesa de Frango
Outro dia eu e minhas amigas organizamos um potluck (almoço em que cada convidado traz um prato) para receber Lilly que nos visitava depois de mudar para Hong Kong. Como a anfitriã é também chinesa e bastante tradicional, resolvi levar uma salada chinesa. Esta ficou ótima e idêntica a que é oferecida em um famoso fast food chamado Panera.
Ingredientes
1 peito de frango cozido e desfiado
1 cabeça de alface
1 cenoura ralada em ralo grosso
2 ou 3 talos de cebolinha picados
2 colheres de sopa de lascas de amêndoas tostadas (ou amendoim, ou castanha de caju)
1/4 de xícara de coentro picado
1 colher de sopa de semente de gergelim tostadas
Molho:
1/8 de xícara de óleo de gergelim
1/8 de xícara de azeite
2 colheres de sopa de açúcar, mel ou mirim
3 colheres de sopa de vinagre de arroz
sal e pimenta a vontade
Mode de fazer: cozinhe o frango com um pouco de molho teryaki; se ao cortar as tiras de alface, estas ficarem muito compridas, corte-as ao meio. Corte a cebolinha em rodelas; torre e corte as amêndoas em lascas; torre o gergelim até dourar ou começar a estourar numa frigideira seca (pode fazê-lo junto com as amêndoas). Junte os ingredientes do molho numa pequena tigela e misture bem. Antes de servir, junte o molho com os ingredientes da salada.
April 9, 2009 No Comments
Finalmente, A Primavera Chegou!
Hoje foi o primeiro dia de primavera por aqui. Muito sol, vento mais frio do que queremos crer, e flores pipocando de todos os cantos. Que lindo! Que recompensa por ter sobrevivido um longo inverno! É interessante, no Brasil (me refiro a São Paulo) onde não temos as quatro estações e convivemos com flores todo o ano, geralmente, não lhes damos o mesmo valor. Aqui depois de 6 meses com a paisagem nua de vegetação a primavera chega com toda força nos presenteando com uma chuva de flores mesmo antes que as folhagens iniciem seu despertar. É uma experiência única estar aqui nessa época e por isso divido minha alegria com vocês.


April 8, 2009 No Comments
Coragem
Uma das virtudes que mais me chamam atenção é a coragem. Ela é universalmente louvada nos atos heróicos do soldado defendendo sua pátria, daquele que arrisca sua própria vida para salvar uma criança, ou daqueles que arriscam a vida em protestos contra injustiças. Às vezes quando lemos sobre Gandhi ou Martin Luther King chegamos a nos sentir pequenos e incapazes de enfrentar tais batalhas, mas a verdade a meu ver é e que a vida constantemente nos dá chance de praticar essa virtude. Lembro sempre como fiquei impressionada com a coragem de minha sobrinha Patrícia quando ela veio fazer intercâmbio. Na época ela estava com 17 anos e no primeiro dia de aula à deixei na escola e pensei: “Que coragem! Chegar num ambiente desconhecido, sem dominar a língua, e com que determinação ela enfrenta esse desafio.” E imediatamente lembro como meu filho passou o mesmo aos 8 anos na Alemanha e tantas outras crianças e jovens vêm fazendo a todo momento. Embora aqui haja uma diferença, o ato de coragem da Patrícia foi voluntário e do meu filho forçado – já que foi nossa a decisão de expô-lo a tal experiência. Entretanto, devido a sua pouca idade, estou certa de que André ganhou muito com a experiência e provou a si mesmo ser capaz de lidar com situações novas e desafios.
Não é de estranhar que a coragem seja um dos traços positivos que os pesquisadores em prevenção às doenças mentais descobriram recentemente. A coragem, segundo Dr. Seligman, leva o indivíduo a exercitar a vontade na tentativa de conseguir algo de valor onde não há a certeza da conquista. Entretanto, para um ato ser considerado de coragem ele tem que ser feito em meio à adversidades e ser um composto de três outras virtudes: valor, perseverança e honestidade.
Valor aqui se refere a aspectos intelectuais e emocionais que guiam a ação do indivíduo em situações difícies, perigosas, ou embaraçosas. A pessoa de valor consegue driblar a típica resposta comportamental ante uma situação de risco – lutar ou fugir dali. Tal indivíduo age de acordo com seus princípios sem se intimidar com as dificuldades. A pessoa perseverante termina o que começou; faz o que diz que ía fazer e às vezes mais, nunca menos. Honestidade se refere aqui a ser verdadeiro consigo mesmo, não pretender ser aquilo que não é. A Patrícia chegou aqui acreditando em si mesma, não se intimidou aos desafios de cursar as classes americanas e competir com alunos que nasceram e cresceram aqui, se esforçou em dar o melhor de si, conseguiu boas notas, elogios dos professores, e o resultado foi um tremendo sentimento de bem-estar consigo mesma, de se saber capaz de vencer desafios. Eu poderia citar aqui inúmeros casos de coragem vivida no cotidiano das pessoas mas deixo aqui espaço para você pensar e se quiser dividir conosco outros exemplos do dia-a-dia.
(Mais sobre o assunto pode ser encontrado no livro Felicidade Autêntica de Martin Seligman.)
April 7, 2009 No Comments
Sorria!
Se em nossas vidas podemos sorrir, se podemos ser pacíficos e felizes, não somente nós mas o mundo inteiro vai se beneficiar. Se nós realmente sabemos como viver, que melhor maneira de começar o dia do que um sorriso? Nosso sorriso afirma nossa consciência e determinação de viver em paz e contente. A origem de um sorriso verdadeiro está em uma mente consciente. Sorrir vai lhe ajudar a encarar o dia com gentilelza e compreensão.
Se você perdeu o seu sorriso, mas ainda é capaz de ver que o dente-de-leão está sorrindo por você a situação não é tão má. Você ainda tem plena consciência para ver que o sorriso está ali. O dente-de-leão é um membro da sua comunidade de amigos. Ele está lá, fiel, guardando o seu sorriso para você.
Na verdade. tudo ao seu redor está guardando o seu sorisso para você. Você não precisa se sentir isolado. Você só tem que se abrir ao apoio que existe ao seu redor e em você mesmo. (Thich Nhat Hanh, “Peace in Every Step”)
April 5, 2009 No Comments
Pedagogia Waldorf III
Como comentei ontem, os brinquedos têm um papel importante no desenvolvimento da criança. Brincando a criança exercita e expande sua criatividade, imaginação e ao mesmo tempo vai adquirindo novas abilidades através do fazer-de-conta. Desta forma, os brinquedos utilizados nas escolas Waldorf são especialmente desenhados e fabricados para atender aos objetivos acima mencionados. Aqui deixo a dica de onde encontrar tais brinquedos antroposóficos e algumas fotos de classes de jardim-da-infância Waldorf.

Potomac Cresent Waldorf School, Washington D.C.

Acorn Hill Waldorf School, Washington D.S.
April 1, 2009 2 Comments
Pedagogia Waldorf II
Rudolf Steiner, fundador dessa linha pedagógica, foi filósofo, educador, cientista, artista. Homem único a inovar, orientar seus seguidores, e obter resultados surpreendentes nas áreas da medicina antroposófica, farmácia Weleda, educação, euritmia, terapia artística, agricultura biodinâmica entre outras.
No ramo da educação, Steiner foi o único a incorporar a visão esotérica de que somos compostos de corpo, mente e espírito em sua metodologia. Em suas pesquisas sobre o ser humano em desenvolvimento, Steiner constatou que nós seres humanos ao nascermos ainda temos um longo caminho para atingirmos proficiência física, mental e espiritual. Em sua pedagogia, respeitando essa visão, ele recomenda que até os 7 anos a criança seja estimulada a desenvolver plena capacidade física, brincar explorando o seu potencial físico, pular, equilibrar-se, correr, subir em árvores, pular corda. Nesta faixa etária, não é recomendado o estímulo intelectual, pois segundo Steiner esta atividade afetaria as forças de desenvolvimento que nesta época deveriam estar concentradas no físico. Assim, na pedagogia Waldorf, a criança só será alfabetizada a partir dos 7 anos.
Outra recomendação que Steiner faz para os primeiros 7 anos é de que os brinquedos oferecidos para as crianças sejam naturais e sem muitos detalhers. Em sua visão, o ato de brincar deveria servir para o desenvolvimento da imaginação. Ao darmos brinquedos muito elaborados aos nossos pequenos estamos podando a sua capacidade criativa. Um carro de polícia a pilha, será somente isso, um carro de polícia e ainda anda sozinho. Não é de admirar que as crianças logo percam o interesse nesse tipo de brinquedo. Mas, se o carro for de madeira crua, ele poderá num momento ser o carro do papai, em outro a polícia, ou ambulância; e a criança terá que empurrá-lo para fazê-lo chegar ao destino imaginado. O mesmo pode se dizer das bonecas, a boneca quase perfeita, com um sorriso constante em sua face, sempre jovem, limitará a fantasia das meninas; ao contrário, as bonecas de pano, sem rosto definido pode ser o que elas imaginarem, a vovó, a professora, a amiga.
O que escrevi acima se refere ao que guardo na memória do tempo em que fiz o Seminario Pedagógico. Os livros que recomendo são: Educação Para a Liberdade – A Pedagogia de Rudolf Steiner – Frans Carigren/Arne Klingborg, Criança Querida (1) – Renate Keller Ignácio, A Arte da Educação (1) – Rudolf Steiner, Minha Criança Querida – Karin Evelyn Scheven, A Pedagogia Waldorf – Rudolf Lanz.
March 31, 2009 1 Comment